Obra cultural protegida de incêndio

Locais como museus e bibliotecas, entre outros ambientes que acolhem material cultural, podem se proteger mais para não perderem obras importantes – muitas vezes raras e insubstituíveis – em caso de incêndio. Uma forma de aumentar a proteção é contar com a presença de paredes de alta resistência para esse tipo de acidente.

Caio Rocco, engenheiro especialista de Promat, ressalta que a principal função da proteção passiva contra incêndio é não deixar, depois que o fogo se iniciou, que ele se propague para outros ambientes e pavimentos.

“Dessa forma, com o ambiente protegido, temos a possibilidade de enclausurar o início do incêndio, facilitando a sua extinção”, afirma.

A Promat é uma marca da Etex que oferece soluções de proteção passiva voltadas a compartimentação, proteção estrutural e selos de passagens. No caso de um museu, Rocco explica, onde em situação de incêndio a principal função é resguardar os bens que ali estão, é possível criar, com as soluções de proteção passiva, paredes corta-fogo que suportem até 240 minutos de resistência ao fogo. E ainda proteger estruturas de aço ou concreto, para que em contato com o fogo não venham a entrar e colapso.

“Também é possível trabalhar na selagem de passagem de dutos hidráulicos e calhas elétricas, pois cada vão ou passagem é uma via de acesso para que o fogo se propague”, acrescenta o engenheiro.

Essas medidas valem tanto para locais públicos quanto privados, incluindo diversos tipos de instituições e negócios, como escolas e empresas de qualquer setor que desejam aumentar a proteção de seu patrimônio.


Foto ilustrativa: Royal português sala de leitura (biblioteca no Rio de Janeiro
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